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ATUAÇÃO INTEGRADA

Polícia Civil e Procon fiscalizam distribuidora de produtos médicos e hospitalares

21/05/2020 - 12:37

Assessoria | Polícia Civil-MT

Uma fiscalização foi realizada pela Polícia Civil, em parceria com o Procon Estadual, em uma distribuidora de produtos médicos e hospitalares de Cuiabá, na manhã desta quinta-feira (21.05), em Cuiabá. A ação de cunho preventivo e repressivo teve como alvo a empresa que atende grande número de clínicas de profissionais na área da saúde e consumidores em geral.

A diligência conjunta foi realizada a partir de uma denúncia feita por uma clínica à Polícia Civil, e teve como objetivo apurar e esclarecer os fatos para coibir e reprimir eventual prática abusiva de aumento indiscriminado de preços ao consumidor mato-grossense.   

Durante a operação, os policiais da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), acompanhados dos fiscais do Procon, fizeram requerimento de nota fiscais para a comparação dos custos com os preços praticados ao consumidor, buscando apurar eventuais abusos. 

O gerente da empresa explicou que o custo de alguns produtos, nas fábricas e empresas que atendem a distribuidora, subiu muito em razão da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Segundo o gerente, algumas mercadorias, como máscaras faciais descartáveis, estão com um valor de aquisição elevado e que a compra só está sendo feita para não deixar de atender aos clientes da distribuidora, especialmente clínicas médicas, de ortodontia e outras.

Conforme o delegado da Decon, Rogério da Silva Ferreira, desde o início da pandemia, a Polícia Civil, em integração com órgãos estaduais e municipais, como os Procons, tem intensificado as ações desse tipo, averiguando estabelecimentos comerciais, como, por exemplo, supermercados, farmácias, laboratórios e distribuidoras de produtos médicos e hospitalares.

"A Delegacia do Consumidor de Cuiabá já instaurou mais de uma dezena de procedimentos investigatórios que pode resultar em responsabilidade criminal, caso seja constatada alguma prática lesiva ao consumidor, ao final das investigações em curso", destacou Rogério Ferreira.

 

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