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ESPORTE E SAÚDE

Policiais civis garantem pódio no 1º Campeonato de Parajiu-jitsu em Barra do Garças

20/01/2020 - 16:30

Assessoria | PJC-MT

Os investigadores de polícia, Amarildo Fernandes e Adão Lopes, participaram do primeiro evento de Parajiu-jitsu, na modalidade Nogi (sem Kimono), realizado na entre os dias 18 e 19 de janeiro, em Barra do Garças (509 km a Leste de Cuiabá).

O evento, promovido pela Federação Brasileira de Jiu-jitsu Paradesportivo, é considerado um marco histórico da arte suave e aconteceu no tatame da Gracie Barra Prêmio, sob a responsabilidade de líderes da inclusão social do mundo.

Os dois investigadores participantes da competição subiram ao pódio, obtendo excelente resultado para a equipe AB Brazilian Jiu-jitsu e representando a Polícia Civil de Barra do Garças. O investigador, Amarildo Fernandes, foi o campeão da categoria B, Nogi (sem kimono) e segundo lugar categoria absoluto também na categoria Nogi. 2º lugar categoria B, parajiu-jitsu e o 3º lugar categoria absoluto.

Já o investigador, Adão Lopes, conquistou o segundo lugar na categoria máster 1, azul, até 90 quilos, Pelo grande desempenho, a equipe AB Brazilian Jiu-jitsu também levou o 3º lugar entre equipes.

Para Amarildo, que aos dois anos de idade, se tornou portador de visão monocular, através do esporte é possível perceber a capacidade de ir além, independente de qualquer adversidade, pois a vontade de vender e superar faz que atleta seja referência de resiliência e superação.

“Apesar das dificuldades, nunca perdei a esperança que algo maravilhoso aconteceria em minha vida. É o grande dia de fazer história no mundo do parajiu-jitsu, me sinto honrado em ser o primeiro paratleta a lutar um evento desse nível, juntamente a outros grandes guerreiros, cada um com sua história de superação”, disse o investigador.

Os investigadores idealizam um projeto futuro pra atender menores sem condições financeiras, incentivando a prática de esportes, através das artes marciais.

Um atleta na categoria B - (blind) se espelha em samurai ....“Para nós, um pequeno incômodo nos olhos, um simples cisco, é capaz de gerar grandes frustrações. Para eles, ser completamente incapaz de enxergar os torna capaz de ser letal perante seus oponentes”, completou o policial.

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